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domingo, 18 de outubro de 2009
NOTÍCIAS - A Minha Rua
"A Minha Rua" permite a todos os cidadãos reportar as mais variadas situações relativas a espaços públicos, desde a iluminação, jardins, passando por veículos abandonados ou a recolha de electrodomésticos danificados.
Com fotografia ou apenas em texto, todos os relatos são encaminhados para a autarquia seleccionada, que lhe dará conhecimento sobre o processo e eventual resolução do problema.
Borba, Évora, Murça, Ovar e Pombal são as Câmaras Municipais para já abrangidas.
"A Minha Rua" está disponível em www.portaldocidadao.pt/PORTAL/aminharua/situationReport.aspx
NOTÍCIAS - Lançamento do CD multimédia do Orfeão de Estremoz Tomaz Alcaide
A Câmara Municipal de Estremoz levou a efeito a cerimónia de Lançamento do primeiro CD Multimédia do Orfeão de Estremoz Tomaz Alcaide, no dia 3 de Outubro, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.
Este trabalho foi gravado na sala principal do Castelo de Evoramonte, local escolhido pelas suas características acústicas únicas, que lhe conferem uma qualidade acrescida. O Orfeão de Estremoz Tomaz Alcaide vê agora registados alguns dos temas do seu repertório.NOTÍCIAS - Barragem de Veiros já está em construção
O Consórcio OIKOS Construções SA/ Chupas e Morrão SA inicia hoje os trabalhos preparatórios de construção da tão esperada Barragem de Veiros.
Numa primeira fase, que deve durar cerca de um mês, serão realizados trabalhos de implantação topográfica, sondagens e desmatação da zona de estaleiro. Numa segunda fase, chegarão ao local mais máquinas para a escavação do corpo da barragem, estação elevatória, rede de rega, melhoramento de caminhos e obras de drenagem.
Trata-se de uma obra há muitos anos desejada por todo o Concelho de Estremoz, já incluída nos Planos de Rega de Salazar. Parada algumas décadas, volta a ser objecto de um estudo de viabilidade a cargo de Capoulas Santos, durante a governação de António Guterres. As conclusões deste estudo apontaram para bons índices económicos de um futuro aproveitamento na zona de Veiros, sendo então elaborado o Projecto de Execução das Infra-estruturas de Rega.
Mais tarde, o Instituto de Desenvolvimento Rural e Hidráulica (IDRHA) apresenta as conclusões de um estudo de impacte ambiental no qual se destaca:
“…Neste contexto, o projecto em causa, ao contribuir para a resolução dos problemas actuais relacionados com o abandono da actividade agrícola, nomeadamente a degradação da paisagem, os riscos de propagação de incêndios e, principalmente, a diminuição dos rendimentos dos agricultores, e a consequente desertificação humana da região em causa, adquire uma importância vital para o concelho de Estremoz…”
A construção da Barragem passou publicamente de uma promessa a uma certeza durante a inauguração da FIAPE de 2006, quando o Ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia assumiu, perante as gentes do Concelho, integrá-la no próximo ciclo de fundos comunitários de apoio.
O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, por despacho de seis de Outubro de dois mil e oito, autoriza a abertura do Concurso Público para a empreitada de construção da Barragem de Veiros.
No ano de 2009, quando os mais cépticos colocam em causa a concretização daquela que é uma das maiores aspirações de toda a população de Veiros em particular, e do Concelho de Estremoz no geral, eis que começam os trabalhos de preparação no terreno que, daqui a 810 dias, deverão estar em fase de conclusão, para serem apreciados por aqueles que desenvolveram esforços no sentido da sua concretização e acreditaram que seria possível, e também pelos outros…
A Associação de Regantes está constituída, a Rede de Rega em pressão está projectada para fornecer um perímetro de rega que fornecerá os Concelhos de Estremoz e Monforte, numa área de 1134 ha, beneficiando 78 proprietários em 136 prédios.
A Barragem será do tipo aterro zonado, com 150m de comprimento e 8m de altura, sendo a altura máxima acima da fundação de 32,5m. Terá um escoamento anual médio de 25,1hm3 e uma capacidade de rega de 1 389 litros por segundo.
Toda a obra inerente à construção da Barragem de Veiros representa o maior investimento alguma vez efectuado naquela freguesia do Concelho de Estremoz, cerca de 17 milhões de euros.
Pelos 50 anos de espera, pela conquista conseguida e pelos impactos positivos significativos que esta obra acarreta, todo o Concelho se enche de orgulho e satisfação.
Numa primeira fase, que deve durar cerca de um mês, serão realizados trabalhos de implantação topográfica, sondagens e desmatação da zona de estaleiro. Numa segunda fase, chegarão ao local mais máquinas para a escavação do corpo da barragem, estação elevatória, rede de rega, melhoramento de caminhos e obras de drenagem.
Trata-se de uma obra há muitos anos desejada por todo o Concelho de Estremoz, já incluída nos Planos de Rega de Salazar. Parada algumas décadas, volta a ser objecto de um estudo de viabilidade a cargo de Capoulas Santos, durante a governação de António Guterres. As conclusões deste estudo apontaram para bons índices económicos de um futuro aproveitamento na zona de Veiros, sendo então elaborado o Projecto de Execução das Infra-estruturas de Rega.
Mais tarde, o Instituto de Desenvolvimento Rural e Hidráulica (IDRHA) apresenta as conclusões de um estudo de impacte ambiental no qual se destaca:
“…Neste contexto, o projecto em causa, ao contribuir para a resolução dos problemas actuais relacionados com o abandono da actividade agrícola, nomeadamente a degradação da paisagem, os riscos de propagação de incêndios e, principalmente, a diminuição dos rendimentos dos agricultores, e a consequente desertificação humana da região em causa, adquire uma importância vital para o concelho de Estremoz…”
A construção da Barragem passou publicamente de uma promessa a uma certeza durante a inauguração da FIAPE de 2006, quando o Ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia assumiu, perante as gentes do Concelho, integrá-la no próximo ciclo de fundos comunitários de apoio.
O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, por despacho de seis de Outubro de dois mil e oito, autoriza a abertura do Concurso Público para a empreitada de construção da Barragem de Veiros.
No ano de 2009, quando os mais cépticos colocam em causa a concretização daquela que é uma das maiores aspirações de toda a população de Veiros em particular, e do Concelho de Estremoz no geral, eis que começam os trabalhos de preparação no terreno que, daqui a 810 dias, deverão estar em fase de conclusão, para serem apreciados por aqueles que desenvolveram esforços no sentido da sua concretização e acreditaram que seria possível, e também pelos outros…
A Associação de Regantes está constituída, a Rede de Rega em pressão está projectada para fornecer um perímetro de rega que fornecerá os Concelhos de Estremoz e Monforte, numa área de 1134 ha, beneficiando 78 proprietários em 136 prédios.
A Barragem será do tipo aterro zonado, com 150m de comprimento e 8m de altura, sendo a altura máxima acima da fundação de 32,5m. Terá um escoamento anual médio de 25,1hm3 e uma capacidade de rega de 1 389 litros por segundo.
Toda a obra inerente à construção da Barragem de Veiros representa o maior investimento alguma vez efectuado naquela freguesia do Concelho de Estremoz, cerca de 17 milhões de euros.
Pelos 50 anos de espera, pela conquista conseguida e pelos impactos positivos significativos que esta obra acarreta, todo o Concelho se enche de orgulho e satisfação.
NOTÍCIAS - Reguengos de Monsaraz inaugura pista de ultraleves junto ao Grande Lago de Alqueva
O Município de Reguengos de Monsaraz e a Junta de Freguesia de Campinho vão inaugurar no dia 17 de Outubro, pelas 10h00, a única pista para aviões ultraleves da região do Grande Lago de Alqueva que já está certificada pelo Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC). A pista, situada junto à localidade de Campinho, nas imediações da albufeira, tem 400 metros de comprimento por 15 metros de largura e poderá ser utilizada por aviões ultraleves, paramotores, autogiros e aeromodelismo.
O programa da inauguração do Campo de Voo de Campinho integra às 10h45 uma demonstração de aeromodelismo pelo MAC – Modelismo Alentejo Clube e uma hora mais tarde exibições de performance de paramotores num percurso com passagens pela vila medieval de Monsaraz e pela Aldeia da Luz. Durante a hora de almoço os espectadores poderão realizar baptismos de voo em ultraleves, a partir das 14h00 haverá uma mostra de performance do CriCri, o modelo de ultraleve mais pequeno da classe e considerado o mais pequeno bimotor do mundo, seguindo-se meia hora mais tarde a demonstração de um planador que descola de Évora e aterra na pista de Campinho.
Às 15h00 haverá uma demonstração acrobática do RV, um avião experimental ultraleve pilotado por Carlos Costa, e pelas 15h30 os expositores de aeroclubes e representantes de marcas de ultraleves presentes neste evento vão apresentar as suas actividades e os aviões e material para as diversas modalidades. A finalizar a tarde do primeiro dia de inauguração do Campo de Voo de Campinho decorrem mais demonstrações de aeromodelismo, às 16h30, e de paramotores às 17h15.
No domingo, dia 18 de Outubro, pelas 9h00, realizam-se exibições de performance de paramotores com partida de Campinho e passagens por Mourão e Villa Nueva del Fresno (Espanha), seguindo-se uma hora mais tarde uma demonstração do avião CriCri. Às 10h30 haverá mais acrobacias com o RV e a partir das 11h00 as pessoas que estiverem a assistir ao evento poderão desfrutar de baptismos de voo em ultraleves. O programa encerra pelas 12h30 com novo voo e aterragem do planador. De referir que todas as actividades com os aviões poderão sofrer alterações devido a condições meteorológicas.
José Calixto, vice-presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz refere que “esta pista de utilidade pública cumpre todas as normas de segurança em vigor e ainda existe um protocolo com os bombeiros voluntários que viabiliza a permanência no local de uma viatura de intervenção rápida de primeiros socorros”. O autarca sublinha que “a pista poderá trazer benefícios a nível turístico pois é a única infra-estrutura deste género legalizada junto ao Grande Lago e possibilita a realização de passeios aéreos na magnífica paisagem da albufeira, encontros de aviadores de várias modalidades, festivais aéreos na classe ultraleve, estando ainda apta para cursos da categoria ultraleves”.
O programa da inauguração do Campo de Voo de Campinho integra às 10h45 uma demonstração de aeromodelismo pelo MAC – Modelismo Alentejo Clube e uma hora mais tarde exibições de performance de paramotores num percurso com passagens pela vila medieval de Monsaraz e pela Aldeia da Luz. Durante a hora de almoço os espectadores poderão realizar baptismos de voo em ultraleves, a partir das 14h00 haverá uma mostra de performance do CriCri, o modelo de ultraleve mais pequeno da classe e considerado o mais pequeno bimotor do mundo, seguindo-se meia hora mais tarde a demonstração de um planador que descola de Évora e aterra na pista de Campinho.
Às 15h00 haverá uma demonstração acrobática do RV, um avião experimental ultraleve pilotado por Carlos Costa, e pelas 15h30 os expositores de aeroclubes e representantes de marcas de ultraleves presentes neste evento vão apresentar as suas actividades e os aviões e material para as diversas modalidades. A finalizar a tarde do primeiro dia de inauguração do Campo de Voo de Campinho decorrem mais demonstrações de aeromodelismo, às 16h30, e de paramotores às 17h15.
No domingo, dia 18 de Outubro, pelas 9h00, realizam-se exibições de performance de paramotores com partida de Campinho e passagens por Mourão e Villa Nueva del Fresno (Espanha), seguindo-se uma hora mais tarde uma demonstração do avião CriCri. Às 10h30 haverá mais acrobacias com o RV e a partir das 11h00 as pessoas que estiverem a assistir ao evento poderão desfrutar de baptismos de voo em ultraleves. O programa encerra pelas 12h30 com novo voo e aterragem do planador. De referir que todas as actividades com os aviões poderão sofrer alterações devido a condições meteorológicas.
José Calixto, vice-presidente da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz refere que “esta pista de utilidade pública cumpre todas as normas de segurança em vigor e ainda existe um protocolo com os bombeiros voluntários que viabiliza a permanência no local de uma viatura de intervenção rápida de primeiros socorros”. O autarca sublinha que “a pista poderá trazer benefícios a nível turístico pois é a única infra-estrutura deste género legalizada junto ao Grande Lago e possibilita a realização de passeios aéreos na magnífica paisagem da albufeira, encontros de aviadores de várias modalidades, festivais aéreos na classe ultraleve, estando ainda apta para cursos da categoria ultraleves”.
NOTÍCIAS - Câmara de Évora prepara Carta Arqueológica para o Concelho
O valioso legado arqueológico existente no concelho de Évora é tema de uma exposição patente ao público no edifício dos Paços do Concelho (Câmara Municipal), que pretende mostrar, embora ainda numa fase embrionária, aquela que será a futura Carta Arqueológica de Évora (CAE).
Procura-se nesta mostra, disponível para visita até ao final do mês de Outubro, dar a conhecer os resultados da primeira fase dos trabalhos de prospecção arqueológica que, neste contexto, conduziram à identificação de cerca de meio milhar de novos sítios arqueológicos, dos mais variados tipos, cronologias e implantações.
Refira-se que o território concelhio conta, actualmente, com o maior número de sítios arqueológicos conhecido em Portugal. A sua extensa base de dados, com cerca de 2200 registos, assume-se como uma ferramenta fundamental para uma gestão moderna e consciente do território e para a salvaguarda do seu património arqueológico.
Constitui, simultaneamente, um valioso recurso para o conhecimento, valorização e promoção cultural, científica e turística de uma paisagem arqueológica que é, em termos peninsulares, excepcionalmente rica e diversa.
Este território, onde se incluem monumentos como o recinto megalítico dos Almendres (o maior e mais complexo do seu género na Península Ibérica) ou a Anta Grande do Zambujeiro (o mais alto dólmen do mundo) tem-se vindo a tornar, ao longo das duas últimas décadas, num dos principais pólos de atracção no Alentejo Central, tanto para a investigação arqueológica como para um crescente, e não negligenciável, fluxo turístico-cultural, nacional e internacional.
O reconhecimento do papel estruturante do património arqueológico como recurso, tanto para o reforço da identidade local e regional, como para a dinamização do tecido sócio-económico eborense, sobretudo o rural, implica, desde logo, a elaboração e publicação da CAE.
Este trabalho deve, em primeiro lugar, conduzir a um conhecimento sólido do território e do seu potencial arqueológico que permita, de seguida, disponibilizar a um público alargado e não especializado, um guia para o conhecimento e fruição das suas paisagens culturais.
Procura-se nesta mostra, disponível para visita até ao final do mês de Outubro, dar a conhecer os resultados da primeira fase dos trabalhos de prospecção arqueológica que, neste contexto, conduziram à identificação de cerca de meio milhar de novos sítios arqueológicos, dos mais variados tipos, cronologias e implantações.
Refira-se que o território concelhio conta, actualmente, com o maior número de sítios arqueológicos conhecido em Portugal. A sua extensa base de dados, com cerca de 2200 registos, assume-se como uma ferramenta fundamental para uma gestão moderna e consciente do território e para a salvaguarda do seu património arqueológico.
Constitui, simultaneamente, um valioso recurso para o conhecimento, valorização e promoção cultural, científica e turística de uma paisagem arqueológica que é, em termos peninsulares, excepcionalmente rica e diversa.
Este território, onde se incluem monumentos como o recinto megalítico dos Almendres (o maior e mais complexo do seu género na Península Ibérica) ou a Anta Grande do Zambujeiro (o mais alto dólmen do mundo) tem-se vindo a tornar, ao longo das duas últimas décadas, num dos principais pólos de atracção no Alentejo Central, tanto para a investigação arqueológica como para um crescente, e não negligenciável, fluxo turístico-cultural, nacional e internacional.
O reconhecimento do papel estruturante do património arqueológico como recurso, tanto para o reforço da identidade local e regional, como para a dinamização do tecido sócio-económico eborense, sobretudo o rural, implica, desde logo, a elaboração e publicação da CAE.
Este trabalho deve, em primeiro lugar, conduzir a um conhecimento sólido do território e do seu potencial arqueológico que permita, de seguida, disponibilizar a um público alargado e não especializado, um guia para o conhecimento e fruição das suas paisagens culturais.
Por outro lado, a CAE deve constituir um contributo fundamental para a preservação do património arqueológico, ameaçado frequentemente por agressões silenciosas, radicadas, na maior parte das vezes, na ignorância de quem as pratica.
A Câmara Municipal de Évora, através do Departamento do Centro Histórico, Património e Cultura (DCHPC), tem vindo a desenvolver, desde Julho de 2008, o projecto de elaboração da Carta Arqueológica do concelho de Évora.
A Câmara Municipal de Évora, através do Departamento do Centro Histórico, Património e Cultura (DCHPC), tem vindo a desenvolver, desde Julho de 2008, o projecto de elaboração da Carta Arqueológica do concelho de Évora.
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